acesso restrito · maio 2026
Custos subindo 16,9% ao ano. Glosa chegando a 17% do faturado. Margem EBITDA caindo de 14% para 10,7%. Os dados são públicos — e o diagnóstico é cirúrgico.
I — GLOSA: O MAIOR SANGRAMENTO DE CAIXA
17% do faturado é recusado na primeira análise. A glosa final fica em apenas 2% — o que significa que 15 pontos percentuais de receita ficam retidos meses em ciclos de recurso antes de serem liberados. O problema não é o procedimento. É a documentação insuficiente na submissão.
A Cortexa estrutura a justificativa clínica com referência de paper brasileiro antes de faturar. Documentação adequada na primeira submissão reduz a glosa inicial em 30–50% — liberando caixa que hoje fica parado meses.
II — LEITO OCIOSO E READMISSÃO: O DESPERDÍCIO INVISÍVEL
53% do custo assistencial hospitalar é desperdício — metade decorrente de ineficiência no uso do leito. Um paciente que readmite em 30 dias gera custo duplo, penalização na acreditação e glosa automática pela operadora.
Com score de risco de readmissão na alta, o médico decide se o paciente fica mais um dia ou vai com protocolo ativo de acompanhamento. Redução de 25% na readmissão = R$ 12k economizados por paciente gerido.
III — INFLAÇÃO MÉDICA: RECEITA NÃO ACOMPANHA
Inflação médica em 16,9% em 2025. Materiais hospitalares: +14% entre 2023 e 2024. Custo de pessoal não médico: +19%. A receita por paciente-dia chegou a R$ 6.500 em 2024 — praticamente igual a 2020 (R$ 6.600).
A Cortexa abre uma linha de receita nova que não depende de renegociar tabela com operadora. PhenoAge on-demand, programa de longevidade corporativo e segunda opinião clínica são serviços premium que o hospital pode vender hoje — com o hemograma que já existe no prontuário.
O problema não é a medicina. É a documentação, o giro do leito e a receita que ainda não existe.
Esses são os dados públicos do seu setor.
Se quiser ver o diagnóstico específico do seu hospital:
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Quatro ferramentas clínicas conectadas aos bancos Cortexa em tempo real. Nenhuma instalação necessária — o hospital faz um POST e recebe o resultado.
FERRAMENTA 1 — PHENOAGE · IDADE BIOLÓGICA
Calcula a idade biológica real com os 9 biomarcadores do hemograma. Modelo Levine 2018 (Yale · PMID:29785073). Produto de longevidade premium — R$ 0,50–2,00 por cálculo.
FERRAMENTA 2 — RISCO DE READMISSÃO · 30 DIAS
Score de risco na alta. Baseline nacional cardiovascular: 18%. Acima disso — protocolo ativo de acompanhamento. Cada readmissão evitada = R$ 12–50k de custo direto.
FERRAMENTA 3 — PREVENÇÃO DE GLOSA · DOCUMENTAÇÃO CLÍNICA
Gera documentação clínica estruturada para reduzir a glosa inicial. 17% do faturado é recusado — o problema é documentação, não o procedimento.
FERRAMENTA 4 — INTERAÇÃO MEDICAMENTOSA · CHECAGEM RÁPIDA
Polifarmácia (4+ medicamentos) é causa frequente de readmissão e de evento adverso que gera glosa. Checagem em 300ms antes da prescrição de alta.
Saving: recuperar o que já é seu mas está sendo retido ou desperdiçado. Geração de demanda: criar receita nova com o que você já tem.
BLOCO 1 — SAVING: RECUPERAR O QUE JÁ É SEU
Premissas: faturamento R$ 80M/ano · glosa inicial 17% → 10% com Cortexa · 200 altas cardiovasculares/mês · readmissão de 18% → 13%
BLOCO 2 — GERAÇÃO DE DEMANDA: RECEITA QUE AINDA NÃO EXISTE
Hospital 500 leitos · faturamento R$ 80M/ano · Levine 2018 · Anahp 2025 · Planisa 1S25
COMO O HOSPITAL USA
Zero instalação. Zero mudança no HIS. O sistema do hospital faz um POST para a API Cortexa e recebe o resultado em JSON. Funciona com Tasy, MV, Philips, qualquer prontuário que consiga fazer uma chamada HTTP.
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